Evento Corpos Marginais na USP: debates, feira e ocupação do espaço acadêmico por ativistas trans, travestis e LGBTQIA+.
O evento na USP
No Dia do Orgulho LGBTQIAPN+, a Coletiva Transtornar realizou o evento “Corpos Marginais” no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IPUSP), com o objetivo de ocupar o espaço acadêmico com corpos e saberes historicamente marginalizados. A programação incluiu debates, feira de artes e produtos, e uma forte presença de ativistas, artistas e pesquisadoras trans, travestis e racializades. A agenda do evento foi construída de forma colaborativa e contou com nomes importantes como Carolina Iara, Jovanna Baby, Jupi77er, e Andreone Medrado, que compartilharam experiências e reflexões sobre suas trajetórias e resistências. As mesas discutiram temas como cidadania, violência, identidade, e a importância de políticas públicas que reconheçam e protejam a diversidade de corpos e vivências. Além dos debates, o evento promoveu uma feira no vão livre do Bloco G, reunindo produtos e serviços feitos por pessoas LGBTQIAPN+, criando um espaço de visibilidade, troca e fortalecimento de redes. A intenção foi mostrar que saberes científicos e populares não são excludentes, e que a universidade deve ser território de todes. Em um contexto de crescente ofensiva legislativa contra os direitos LGBTQIAPN+, com mais de 70 projetos de lei apresentados em 2023, o evento se posicionou como um espaço de resistência e construção coletiva. “Queremos ocupar a universidade com corpos marginais e reafirmar sua importância nos debates acadêmicos e sociais”, afirmou Andreone. A comunicação do evento foi realizada pela equipe da Código Não Binário, que também ressaltou a importância de iniciativas como essa.

Para obter o material gráfico do evento, acesse:
Realização:
Coletiva Transtornar: Estudantes-ativistas trans do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.
www.instagram.com/trans.tornar
Comunicação, Tecnologia e Design:
Código Não Binário: Pessoas LGBTQIAPN+ que trabalham para que a diversidade, a inclusão e a equidade estejam no cerne das práticas de tecnologia e política.
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