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Código Não Binário

Curso “IA, soberania digital e autonomia tecnológica” estreia com mais de 600 pessoas ao vivo

O curso “IA, soberania digital e autonomia tecnológica” estreou em 11 de junho com mais de 600 pessoas assistindo ao vivo, ao mesmo tempo. As inscrições seguem abertas — e quem entra agora assiste às gravações.

Na noite de 11 de junho, a primeira aula do curso reuniu mais de 600 pessoas ao vivo, simultaneamente. Foi a estreia de uma formação que parte da IA como infraestrutura da internet, do trabalho e da disputa política — e avança da crítica à criação, para ganhar repertório, critério e autonomia tecnológica.

A primeira aula — Internet, colonialismo digital e soberania: como chegamos até aqui — foi conduzida por Veronyka Gimenes (@travahacker), que recontou a história da internet das coisas e traçou um panorama sociopolítico sobre divisão de poder e conectividade. A partir de McKenzie Wark e Deivison Faustino, discutimos coletivamente propriedade intelectual, disputas e colonialismo no campo da tecnologia — sempre com olhar crítico e base na literatura. E, bem no estilo da Código, levando a teoria a sério sem perder o bom humor: rimos bastante pelo caminho.

São 7 encontros ao vivo, às quintas-feiras, com Veronyka Gimenes e Amanda Claro. As inscrições continuam abertas: quem entra agora acompanha o curso em andamento e assiste às aulas já realizadas — as gravações ficam disponíveis por 60 dias na área do aluno.

Home do curso IA, soberania digital e autonomia tecnológica

O que vem pela frente: os 7 encontros

O curso percorre, da crítica à criação, sete temas:

  1. Internet, colonialismo digital e soberania — como chegamos até aqui.
  2. O estado atual da IA — onde estamos e o que está em disputa.
  3. China, EUA, Big Techs e open source — a geopolítica da inteligência artificial.
  4. IA além dos chatbots — a nova infraestrutura invisível da internet.
  5. Desinformação, eleições e regulação — o cenário de 2026.
  6. IA na prática — ferramentas, usos e estratégias em diferentes contextos.
  7. Autonomia tecnológica — o que podemos construir para a esquerda.

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