IA, soberania
digital e autonomia
tecnológica.
Da crítica à criação.
A esquerda está errando sobre IA. Este curso existe para mudar isso. Enquanto muita gente reage com medo, a tecnologia já virou infraestrutura da internet, do trabalho, do software e da disputa política. Crítica abstrata, sozinha, não constrói alternativa.
A IA já virou infraestrutura da internet, do trabalho e da política. Vamos olhar isso com calma, entender o que está acontecendo e construir capacidade própria, com base, aplicação e governança.
Demonstre seu interesse na formação.
Então você quer descer pela toca do coelho. Vamos lá. Suas respostas sobre identidade, raça e orientação ajudam a Código a garantir acesso a pessoas historicamente vulneráveis. Sua privacidade está resguardada pela Código — nenhum dado é compartilhado com terceiros.
Quem ainda acha que IA é só geração de texto e imagem, ChatGPT ou Gemini, ficou bem para trás. A IA entrou em fase muito mais ampla: copilotas, automação, agentes, fluxos, desenvolvimento de software, integração com trabalho real e reorganização da própria computação. Essa é a chave do curso.
Base tecnológica
Computação, dados, modelos, custo, dependência, código aberto e software livre, infraestrutura e soberania. A base técnica que ninguém te explica.
Aplicação concreta
IA para comunicação, pesquisa, campanhas, análise, automação, direito, monitoramento e desenvolvimento de software
Governança democrática
Desinformação, eleições, regulação, responsabilidade de plataformas, risco, controle e defesa democrática. O que está em disputa.
Base + aplicação + governança.
A referência à China aqui é concreta.
O país vem tratando IA como parte de uma transformação digital e inteligente articulada em três frentes: infraestrutura computacional e dados, aplicação em massa e governança estratégica. A iniciativa AI+ e o novo ciclo do plano quinquenal lançado em março apontam para isso.
A gente puxa essa chave para o horizonte político da América Latina: justiça social, soberania digital, autonomia tecnológica e defesa democrática no Brasil.
O que você vai encontrar.
Um currículo que costura base técnico, a aplicação real e a disputa política. Sem firula de prompt, sem hype, sem demonstração de ferramenta vazia.
Para quem é este curso.
Pessoas de esquerda e progressistas com alguma prática em projetos, pesquisas ou iniciativas ligadas a direitos, justiça social, diversidade e democracia.
TEMASo que já te atravessa
PERFISespecialmente se você é
Quem constrói essa formação.
Há 3 anos criamos tecnologias, direitos e soberania em articulação internacional. Fizemos as primeiras mesas totalmente trans no Mozilla Festival (Barcelona) e RightsCon (Taiwan) sobre direitos digitais e humanos. Surgimos do Núcleo Digital, produtora de tecnologia pública e aberta desde 2008.
Código Não Binário
Trabalhamos para que a diversidade, a inclusão e a equidade estejam no cerne das práticas de tecnologia e política, para garantir que soluções nesses setores sejam desenvolvidas e implementadas de maneira a proteger e defender os direitos e as liberdades de todas as pessoas, principalmente das comunidades marginalizadas, realizando a potencialidade transformadora da tecnologia e não a deixando submetida ao lucro e interesses privados de poucos. Já quebramos a Internet com o nosso podcast Entre Amigues (caso boycetas) e transformamos a onda de ódio anti-LGBTQIA+ em tecnologia de ponta: criamos a IA anti-ódio TybyrIA, a primeira especializada em ódio anti-LGBTQIA+.
Veronyka "Travahacker" Gimenes
Transcende os papéis de gênero e profissionais: é trans/travesti, programadora, artista, ativista, comunicadora digital etc. Como diretora da Código Não Binário, apresenta o podcast Entre Amigues (caso boycetas) e cria tecnologias LGBTQIA+ e contra o colonialismo digital como por exemplo a TybyrIA, a primeira Inteligência Artificial brasileira aberta contra o ódio anti-LGBTQIA+. No Núcleo Digital, desde 2008, também desenvolve tecnologias digitais abertas e livres para a democracia e soberania digital, como as plataformas do plano diretor e orçamento participativos de São Paulo para Haddad, chat e memes virais para Boulos e ferramentas anti-fake news blockchain para campanhas de Lula. Já palestrou em eventos como Creative Commons Summit (México), RightsCon (Taiwan), Mozilla Festival (Barcelona) e foi VJ no Lollapalooza (São Paulo). Nas redes sociais, com seus memes politizados e bem humorados, atinge mais de um milhão de pessoas por mês.
Amanda Claro
Mulher cisgênero bissexual. Advogada formada em Direito pela USP, mestre em Gestão e Negócios Internacionais pela Universidade de Westminster, em Londres, no Reino Unido, e doutoranda em Estudos Organizacionais na FGV EAESP, onde desenvolve pesquisa fundamentada no feminismo decolonial latino-americano com bolsa do CNPq. Cofundadora e Diretora de Projetos da Código Não Binário, é coordenadora da frente de litigância estratégica e de operações e colaborou com o desenvolvimento da inteligência artificial TybyrIA e apresenta o podcast Entre Amigues.
O que vimos na China.
// registros, leituras e cenas que aterram a proposta do curso
Se a gente reage à IA só com medo,
a gente não constrói alternativa.
É hora de disputar a partir da prática.
Como disputar esse terreno com soberania digital, autonomia tecnológica e compromisso com grupos minorizados? Este curso existe para isso.
▸ CADASTRE-SE COMO PESSOA INTERESSADA// caso a meta não seja atingida, o será devolvido - exceto taxas .